A voz do dono
O Rádio é o meio mais adequado para estabelecer um vínculo duradouro com os clientes. Os motivos são os mais variados. Por exemplo: é o veículo que está junto a grande maioria dos consumidores na hora que antecede a compra.
Diversas pesquisas de mercado confirmam que as pessoas que fazem compras passam 17% mais tempo ouvindo o Rádio do que vendo a televisão, com a vantagem de que o consumidor não precisa estar olhando para o aparelho para ser atingido pela publicidade.
Outro ponto importante é que o Rádio chega onde a TV não vai. É o único veículo que atinge o consumidor em qualquer lugar: ao despertar com música, fazendo companhia no café da manhã, no carro a caminho do trabalho, no restaurante na hora do almoço, na lanchonete à tarde, nas lojas do comércio, no happy-hour do barzinho, à noite no encontro com os amigos, na balada da madrugada, na praia, na fazenda, no cooper e na bicicleta (com um walkman).
Além disso, o Rádio está em 99% das casas. Nem todo mundo assiste TV, mas praticamente todo mundo ouve Rádio todos os dias. O Rádio também está em 83% dos carros e mais da metade da população acorda com o rádio-relógio.
Para completar, trata-se do veículo de maior credibilidade. Todos os anos são realizadas pesquisas para aferir a confiança do público em relação a vários setores da sociedade. Todos os anos o Rádio brilha. É o segundo em credibilidade, atrás apenas da Igreja Católica, 7 posições acima dos jornais e 17 posições acima da televisão. Ou seja: as pessoas acreditam muito mais no que é veiculado no Rádio do que nos telejornais e isto se reflete também na credibilidade da publicidade.
Mas a principal vantagem talvez seja o fato de que o Rádio permite que o anunciante tenha, literalmente, seu próprio tom de voz. Uma vinheta musical marcante se faz com 5 segundos. Essa eficiência, somada à economia de tempo, pode ser justamente o que o cliente precisa para resolver determinados problemas de comunicação.
Junte-se a isso o custo baixíssimo, tanto de produção quanto de veiculação, e fica claro que o Rádio deve ser a estratégia principal de qualquer plano de mídia que se preze.
